Comparativo visual em formato widescreen, com custo somado, custo de oportunidade, parcela pós-contemplação, IPCA, juros e ranking de decisão.
Esta tela coloca em destaque o custo somado de cada alternativa. A ideia é sair da comparação simples de parcela e mostrar o impacto patrimonial: dinheiro que sai do bolso, juros pagos, rendimento perdido e poder de compra preservado.
Nesta visão, cada alternativa é explicada de forma simples para o cliente entender que rapidez não é o único critério. A decisão deve considerar liquidez, custo de oportunidade, juros, desconto e planejamento.
Parcela inicial reduzida, sem juros bancários e com carta corrigida pelo IPCA até a contemplação.
Resolve rápido, mas cobra juros altos e ainda exige entrada que poderia continuar rendendo.
Tem poder de negociação, mas descapitaliza o cliente e gera perda de liquidez.
Abaixo, o cliente enxerga o peso das decisões em barras. A compra à vista e o financiamento entregam velocidade, mas carregam custos invisíveis: rendimento perdido, juros e descapitalização.
Este slide serve para dar segurança e credibilidade. Ele mostra as principais fórmulas utilizadas, evitando que a apresentação pareça apenas opinativa.
Texto pronto para conduzir a conversa com uma linguagem clara, honesta e com apelo patrimonial.
Ao comparar as três formas de adquirir um veículo de R$ 100.000,00, percebemos que a decisão mais inteligente não é apenas escolher a menor parcela ou a compra mais rápida. O ponto principal é entender o impacto dessa escolha no patrimônio do cliente.
No financiamento, o cliente resolve rápido, mas precisa colocar R$ 20.000,00 de entrada, paga uma parcela de aproximadamente R$ 2.191,36 e ainda assume cerca de R$ 51.481,44 em juros. Além disso, a entrada deixa de render aproximadamente R$ 14.237,34 no período analisado.
Na compra à vista, existe poder de negociação, mas o cliente abre mão de liquidez. Mesmo com desconto estimado de R$ 5.000,00, o capital de R$ 100.000,00 poderia virar cerca de R$ 171.186,68 aplicado, gerando um rendimento perdido de R$ 71.186,68.
Já o consórcio permite começar com uma parcela reduzida de R$ 642,90, preservar capital, evitar juros bancários e ainda contar com uma carta corrigida pelo IPCA. Neste cenário, a carta pode chegar a aproximadamente R$ 121.550,63, com ganho de poder de compra estimado em R$ 21.550,63. Após a contemplação, a parcela é recalculada para cerca de R$ 1.866,73, mantendo a transparência da análise.